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Configurações de privacidade: sua empresa está fazendo o gerenciamento de terceiros corretamente?

Segurança da informação eficiente é feita em ecossistema e não de maneira solitária. E sabe o que isso quer dizer? Que as organizações precisam urgentemente rever suas configurações de privacidade e suas políticas com relação à proteção de dados considerando não apenas o próprio ambiente digital, mas também os de parceiros de negócios, saber o score de cibersegurança das empresas que estão ao redor. Quer entender por que e como? Então não deixe de ler esse post.

Gestão de riscos de terceiros: por que a sua empresa deve se preocupar com essa configuração de privacidade

Quando o assunto é privacidade e proteção de dados, dizemos que a segurança de uma organização é tão boa quanto a segurança do seu elo mais frágil. Um atacante pode, por exemplo, se valer da permissão de acesso que você deu a um fornecedor que não esteja devidamente protegido para conseguir sequestrar os dados ou mesmo roubar segredos industriais da sua organização.

Essa vulnerabilidade existe porque, por menor que seja uma organização, dificilmente ela opera totalmente sozinha. Em geral, as empresas possuem fornecedores, alianças estratégicas, parceiros de negócios ou outros agentes do ecossistema que acessam ou consomem informações e sistemas da companhia. São dados pessoais, financeiros, operacionais, estratégicos e regulatórios, entre os quais alguns são próprios e outros de clientes ou colaboradores.  

É por isso que se faz necessário rever políticas e configurações de privacidade, qualificando fornecedores e parceiros de negócio também pelo quesito cibersegurança. Trata-se de uma avaliação da companhia em questão por fatores que vão além do tradicional mapeamento do balanço, nível de endividamento e autenticidade do contrato social.

Security Scorecard: o caminho mais eficiente para a gestão efetiva

Antigamente, essa qualificação de risco cibernéticos de terceiros era baseada em auditorias presenciais ou simples troca de documentos. Hoje, porém, esse modelo de avaliação está sendo substituído pelo Security Scorecard. Existem, inclusive, bureaus mundiais especializados neste tipo de avaliação e grande parte das empresas já estão catalogadas para este fim. Cabendo, então, mediante o conhecimento do score do risco, compartilhar boas práticas de segurança para elevar o nível de segurança do ecossistema inteiro.

O Security Scorecard na prática

A plataforma Security Scorecard foi criada para auxiliar as organizações a visualizar e monitorar continuamente a classificação da segurança da informação de todo o seu ecossistema, incluindo a infraestrutura tecnológica própria e os riscos de terceiros. Após identificar e reunir as vulnerabilidades dos ativos digitais, o software classifica a integridade da segurança corporativa em formato de ranking, em várias categorias de risco: aplicativos; rede; disponibilidade pública de dados violados; menções entre os hackers; suscetibilidade a ataques de engenharia social; e reputação de IP Que possibilitam atender casos de uso como descoberta de Shadow IT, Validação do programa de Cyber Sec e Monitoração do Risco Reputacional e até estudo de eficiência no planejamento de novos investimentos para obter o melhor ROI em Cyber Segurança!

A gestão de riscos da cadeia de suprimentos é uma disciplina que não estava muito bem endereçada, mas vem ganhando força, principalmente diante do aumento da onda de ataques cibernéticos, a chegada da Era 5G e o amadurecimento da Lei Geral de Proteção de Dados, com suas sanções e penalidades. O Security Scorecard não blinda o seu ambiente digital, mas ele te dá informações seguras para decidir entre tomar o risco de aceitar determinado parceiro ou orientá-lo sobre os pontos de melhoria do próprio ambiente e aguardar a concretização dos tais ajustes.

Nós sabemos como te ajudar nessa jornada. Vamos conversar mais sobre isso?

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