Sabe quando uma organização se encontra em maior risco cibernético? Quando a alta direção do negócio se limita ao papel de espectador diante do tema segurança em tecnologia da informação.
Esses executivos, conhecidos como bystanders, demoram para tomar decisões. Mesmo cientes das vulnerabilidades, se posicionam lentamente diante de propostas de boas práticas.

Os riscos da inércia de decisão
Quando bystanders dificultam a gestão da segurança da informação, perde-se dinheiro com ações corretivas. O ideal seria investir nas preventivas. Faz-se o básico, o que é possível, dentro do contexto gestão da segurança da informação.
Como se ele fosse suficiente ou adequado. Nessas empresas, verbas emergenciais são liberadas para corrigir estragos de ransomware ou sequestro de dados. Dessa forma, o custo da insegurança supera o investimento preventivo.
Em geral, a conta paga pela insegurança é brutalmente maior que o investimento em uma ação estruturada e consciente em segurança da informação.
Inclua governança corporativa nas boas práticas de segurança da informação
Para elevar a gestão da segurança da informação, conselhos de administração têm se focado em cibersegurança. Assim, tornam-se ponto de apoio para CISOs e CIOs.
Os mais engajados nesse posicionamento tem sido os conselheiros independentes, que por atuarem em diferentes projetos de segurança em tecnologia da informação, têm uma agenda de educação permanente.
Estes costumam complementar conhecimentos com base em guidelines dos organismos de governança corporativa, como o do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) e a Organização dos Estados Americanos.
Existe, ainda, a prática de criar um comitê de risco presidido por um membro do conselho de administração e integrado, entre outros membros, pelo CIO e pelo CISO da companhia, além de consultores independentes.
É importante destacar que essa é uma tendência e que, de acordo com previsões do Gartner, até 2025, 40% dos conselhos de administração vão demandar que os comitês de cibersegurança, auditoria e risco sejam três grupos independentes.
O objetivo desse novo viés na estrutura na governança corporativa é reunir pessoas com os mais diferentes perfis, conhecimentos e interesses em prol do mesmo objetivo, que são as boas práticas de segurança da informação. Assim, amplia-se a capacidade, os recursos e as informações para a tomada de decisões mais efetivas e estratégicas, com a agilidade necessária.
Sabemos o quanto é desafiador para a equipe conciliar as demandas do dia a dia com ações estratégicas, principalmente com o déficit de mão de obra qualificada e do quadro de colaboradores cada vez mais enxuto. Acreditamos que, em casos como esse, o melhor caminho é contar com um parceiro terceirizado para otimizar a estrutura e atuação do time.
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