O recurso de login e senha para acessar plataformas e sistemas tem se mostrado bastante frágil. Isso agrega mais um desafio para a gestão da informação dentro das organizações. Isso porque, para facilitar a memorização, muitas pessoas – incluindo os colaboradores e clientes da sua organização – optam por senhas fracas, óbvias ou relacionadas a fatos da própria vida.
Some a isso a constante especialização dos cibercriminosos para rastrear esses comportamentos. Dessa forma, conseguem identificar combinações de números e caracteres até acessar dados pessoais e profissionais da vítima.
Esses são apenas alguns dos muitos motivos para que as organizações comecem a redobrar as medidas de privacidade e proteção de dados que estão em seu poder.
Por que sua empresa e seus clientes precisam de proteção?
É possível que grande parte da linha de defesa da sua organização tenha sido estruturada para atender demandas no seu perímetro, ou seja, na rede corporativa interna e com os profissionais trabalhando dentro do escritório.
Agora, com os colaboradores em home office é como se vários pedacinhos da sua organização estivessem espalhados por aí, com conexões domésticas não monitoradas, dispositivos não homologados pela sua área de TI, entre outros riscos de segurança da informação.
Dessa forma, é preciso se certificar de que ele encontre segurança ao acessar seu website, sistemas ou e-commerces. Isso se deve aos altos índices de ataque cibernético na pandemia. Afinal, a LGPD coloca a empresa como responsável pelos dados de terceiros em seu poder.
Autenticação de múltiplo fator: uma proteção interessante para o seu negócio
A autenticação multifator solicita que o usuário se identifique mais de uma vez antes de liberar o acesso. Isso vale para plataformas, aplicativos e sistemas. No mercado, ela está disponível em duas versões:
Autenticação de múltiplo fator tradicional
É uma tecnologia que solicita ao usuário confirmar sua identidade em dois ou mais momentos. Só após essa confirmação o acesso à plataforma ou sistema é liberado.
Em se tratando de um banco, funciona, por exemplo, da seguinte maneira: o cliente insere seu login e senha no site, porém seu acesso só é liberado após ele inserir em um campo determinado o código que lhe foi informado por meio de um token físico (os famosos e já não tão utilizados chaveirinhos), um token a partir de um autenticador, ou um SMS por exemplo.
Autenticação múltiplo fator adaptativa
Nesse caso, além dos mecanismos da autenticação multifator tradicional, a tecnologia ainda usa Inteligência Artificial para mapear e aprender o padrão de comportamento do usuário.
Assim, diante de um comportamento que fuja do padrão, como o acesso de uma localização ou dispositivo diferente, por exemplo, a tecnologia solicita mais fatores de autenticação para só se certificar que não se trata de uma tentativa de invasão.
Qual é a melhor autenticação de múltiplo fator?
A escolha deve considerar as necessidades do negócio, incluindo a criticidade da informação que se deseja proteger. Também é importante avaliar o perfil das pessoas que vão acessar os dados. Por essa razão, é sempre recomendado que as aquisições sejam feitas com base na orientação de um especialista, em conjunto com líderes de negócio, tecnologia e segurança da organização.
Com relação à proteção e ao controle de acesso a conteúdos, a Etek NovaRed possui uma aliança estratégica com a RSA, da qual conquistamos o selo Titanium, que nos tornou referência no mercado em integração de soluções de criptografia, identidades e GRC, entre outras soluções de cibersegurança.
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