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Como a chegada do 5G pode expor a segurança digital da sua empresa

Estamos às vésperas de ter acesso ao tão sonhado 5G, que vai multiplicar nossa atual capacidade de conexão em 200 vezes, permitindo que o mundo conectado se torne uma realidade. Isso é uma maravilha, não é mesmo?

Calma, a relação entre segurança digital e 5G exige atenção, principalmente se a sua organização não tiver uma política de segurança da informação e de governança de dados..

De acordo com pesquisadores da Purdue University e da Universidade de Iowa, cerca de dez vulnerabilidades estão embutidas nessa nova conexão. O criminoso pode, por exemplo, rastrear a localização de vítimas em tempo real ou falsificar alertas de emergência. Além disso, consegue desconectar completamente um dispositivo da rede 5G.

Segurança digital e 5G: a superfície de risco será maior

Sabe a geladeira, o liquidificador, os óculos e a máquina de café que existem na sua casa? Agora, pense em objetos comuns que compõem a sua empresa. Hoje, eles não oferecem nenhum risco relacionado à cibersegurança, mas o cenário será diferente com a chegada do 5G.

É possível afirmar isso porque, para facilitar seu uso ou otimizar a vida de seus proprietários, esses equipamentos estarão conectados a um wi-fi central.

Se houver a preocupação de proteger esse ponto central, os riscos de ataque tendem a cair consideravelmente. Mas, o que será das organizações que não possuem uma política de segurança da informação e de governança de dados.

Há especial risco naquelas que não dão a devida importância para incluir em suas rotinas estratégias contra crimes cibernéticos, como ações preventivas e de atualização de softwares.

Todas essas organizações citadas correm sérios riscos de ter as operações paralisadas pelo simples bloqueio de acesso a salas com portas automatizadas, apenas para citar um exemplo mais simples, sem munir o criminoso com mais ideias. Isso sem falar nos prejuízos de imagem e financeiros diante do vazamento de dados.

Afinal, a LGPD impõe exigências rígidas às empresas.

A raiz do problema

O ser humano se enamorou pelo hábito de fornecer informações ao seu respeito. Não tivemos problemas, por exemplo, em aderir às redes sociais e expor detalhes da nossa vida. Esse hábito chamou a atenção das empresas para o valor dos dados sobre desejos, expectativas e necessidades.

Consequentemente, surgiram as soluções de analytics. O problema é que os cibercriminosos se mantém constantemente atentos a esses e outros movimentos para encontrar brechas para a prática de cibercrime ou ciberterrorismo via dispositivos, phishing ou sistemas.

As empresas têm se protegido de maneira eficiente

De acordo com o Cyber Exposure Index, globalmente os ataques cibernéticos acontecem prioritariamente a empresas de Tecnologia da Informação (20,61%) e Indústrias (18,11%). Mas, isso não quer dizer que as demais companhias devam baixar a guarda. Isso porque existem mais de nove bilhões de dispositivos de IoT nas companhias.

Além disso, 90% das organizações têm aplicações operando na nuvem. Essas oportunidades criadas pela Transformação Digital elevam muito o nível de exposição das organizações, risco que chamamos de cyber exposure.

Some a isso o fato de que muitas empresas utilizam meios desatualizados para se defender desses ataques, como o uso de um CMDB para ter visibilidade da configuração de ativos e de ferramentas antigas para rastrear as vulnerabilidades da rede.

O ideal é que as empresas invistam em uma solução de cyber exposure

Para acompanhar os atuais movimentos de cibercrime e ciberterrorismo, a recomendação é que as empresas invistam em uma solução de cyber exposure, plataforma capaz de avaliar, gerenciar e medir o risco cibernético de forma holística em toda a superfície de ataque moderna. Na escolha pela melhor opção, prefira a que ofereça visibilidade em quatro ambientes: TI, nuvem, IoT e OT.

Dessa forma, a cobertura abrange desde servidores e dispositivos móveis até sistemas de controle industrial. Além disso, é importante que a solução seja capaz de fazer análises aprofundadas que ajudam a medir e apresentar o risco cibernético em termos de negócios para promover melhores decisões estratégicas.

O que a cyber exposure revela na prática

Com a solução de cyber exposure, a empresa descobre em tempo real todos os ativos digitais do ambiente computacional e tem visibilidade contínua sobre proteções e exposições. Também consegue priorizar correções com base no risco de negócio e comparar seus riscos com os de concorrentes.

A importância do gerenciamento da infraestrutura da rede

Engana-se quem pensa que todos os cibercriminosos já invadem o sistema atacando. Há casos em que eles se infiltram e ficam aparentemente adormecidos apenas coletando informações-chave, que por razões óbvias não vamos listar aqui, aguardando o melhor momento para atacar com precisão.

Esse espião pode tanto vazar as informações do seu negócio quanto sequestrar os dados da organização com a promessa de liberá-los apenas mediante o pagamento de um resgate.

O assunto segurança da informação é vasto, possui inúmeros detalhes e vive em constante transformação. Por essa razão a Etek NovaRed escolheu ser um pure player, ou seja, ser especialista no assunto. Isso permite que nossos consultores respirem diferentes vieses do tema o dia inteiro, com amplo conhecimento sobre governança de dados, política de segurança da informação e LGPD, a lei de proteção de dados do Brasil.

A segurança digital e 5G exigem atenção: a nova conexão vai chegar com grande capacidade, mas também com pouca latência.

Dentro desse cenário, sua empresa terá mais tranquilidade ao mapear constantemente os pontos de exposição e as áreas prioritárias. Também é importante acompanhar as taxas de redução de exposição e comparar a cibersegurança da companhia com o mercado.

Afinal, não basta descobrir um gap. É preciso avaliar, analisar, corrigir e medir! 

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